Normalizar absurdos é como as democracias morrem
https://www.blogdokennedy.com.br/normalizar-absurdos-e-como-as-democracias-morrem/

Forwarded from nerdismo
Man with brain implant on Musk’s Neuralink: “I would play video games” – MIT Technology Review
https://www.technologyreview.com/s/613982/nathan-copeland-man-with-brain-implant-on-elon-musk-neuralink-brain-computer-interface/
Forwarded from nerdismo
https://twitter.com/gdm3000/status/1151469462614368256
Forwarded from baixacultura
Um estudo inédito da pesquisadora Débora Machado, da Universidade Federal do ABC (UFABC), revela que o uso de informações pessoais no Facebook pode ir além do que alguns inaginam. A empresa de Zuckerberg tem tecnologias suficientes para saber o que estamos sentindo em cada momento que logamos na plataforma. E mais: a partir disso, pode moldar as nossas emoções em benefício próprio.

A pesquisadora buscou patentes e pedidos de patente registrados pela Facebook Inc. nos Estados Unidos entre 2014 e 2018, encontrando quase 4.000. Entre elas, refinou a pesquisa para aquelas que só diziam respeito à rede social e depois selecionou 39 com potencial de modulação do comportamento do usuário. Destas, cerca de 15% tinham a análise de emoções como parte fundamental do funcionamento – vale lembrar que nem todas se tornaram patentes de fato. “Por mais que aquela tecnologia não esteja sendo utilizada, ou não vá ser utilizada, aquele é um conhecimento que a empresa adquiriu”, explica Débora.

Na Agência Pública:https://apublica.org/2019/07/como-o-facebook-esta-patenteando-as-suas-emocoes/?amp&__twitter_impression=true

“(Paulo) Jamais foi ouvido pela polícia, e o ataque nunca foi investigado. Ainda assim, ele, seus colegas que estavam no bar, a polícia e qualquer pessoa que viva na extensa periferia da área metropolitana de Belém, sabe exatamente o que aconteceu naquela noite às margens do rio Tucunduba.

Paulo, como centenas de jovens paraenses, fora alvo de um típico ataque de milicianos que disputam o controle do tráfico de drogas com o Comando Vermelho nos bairros pobres da capital paraense. Tem sido assim nos últimos anos. Belém assiste ao crescimento de grupos de policiais, ex-policiais e agentes de segurança pública que se unem para cometer crimes e dominar regiões da capital paraense.”

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2019/07/milicias-se-expandem-pelo-para-e-disputam-narcotrafico-com-faccoes.shtml

“O que deu tão errado? Como viemos parar aqui?”

https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2019/07/a-flip-era-o-pais-do-futuro-agora-parece-algo-do-passado-algo-deslocado.shtml