Forwarded from GNUPropaganda
https://home.cern/news/news/computing/migrating-open-source-technologies

“… CERN has enjoyed special conditions for the use of Microsoft products for the last 20 years, by virtue of its status as an “academic institution”. However, recently, the company has decided to revoke CERN’s academic status, a measure that took effect at the end of the previous contract in March 2019, replaced by a new contract based on user numbers, increasing the license costs by more than a factor of ten. Although CERN has negotiated a ramp-up profile over ten years to give the necessary time to adapt, such costs are not sustainable.”

Matemáticas respondem por 26% do total de cientistas, mas só 11% das bolsas do CNPq vão para elas | Educação | G1
https://g1.globo.com/educacao/noticia/2019/07/26/matematicas-respondem-por-26percent-do-total-de-cientistas-mas-so-11percent-das-bolsas-do-cnpq-vao-para-elas.ghtml

A Diretiva Europeia sobre direitos autorais na internet começa a repercutir no Brasil – mas me parece que a sociedade civil com interesse no tema está desarticulada sobre pautas e propostas.

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/07/brasilia-ve-corrida-para-aprovar-remuneracao-por-conteudo-online.shtml

Forwarded from nicbr
É hoje! Começou o Seminário Internet, Desinformação e Democracia, que trará discussões sobre economia de dados e os desafios eleitorais no Brasil.

Promovido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, o evento está sendo transmitido ao vivo em nosso canal no YouTube: https://www.youtube.com/NICbrvideos

Forwarded from outraspalavras
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, POTÊNCIA E TERROR

Três expoentes do pensamento conservador revelam, num artigo provocador e angustiante, seus temores diante da era em que as máquinas poderão pensar por nós. Suas principais preocupações: guerra nuclear e caos nas relações e contatos humanos.

Por Antonio Martins: http://bit.ly/2JLU0sR

Forwarded from apertode
Um amigo recomendou há pouco esse texto pra discutir o que há com a imprensa brasileira nesses tempos.

E assim eu leio esses negócios e acho que as pessoas não estão entendendo ainda o que está acontecendo. E em como a gente está mais perto da distopia, do totalitarismo, e do genocídio que qualquer coisa.

Tem um tanto de culpa da academia, e um tanto de culpa da imprensa. Há algumas décadas, com a globalização, os/as intelectuais se viram no papel de burocratas, operadores/as de uma nova ordem de circulação global do conhecimento, e se retiraram do debate público. Nisso, esse pessoal se afastou do papel histórico que deveria defender: a noção do/a especialista que explica o que é a história e o sentido das coisas do dia pra todo mundo.

E isso ajudou a aumentar a confusão geral.

Esse texto, em que o “setorista de direita” da Folha fala sobre como é difícil entender a ideia de diversidade no debate público, e sobre como nessa confusão todo mundo merece então ter seu espaço, trata de uma confusão do próprio jornalista sobre o que foi o jornalismo do pós-guerra.

Depois da invenção do genocídio, o novo consenso ocidental após a Segunda Guerra decidiu que a comunicação de massa não deve tratar de certos assuntos porque certos temas são estruturantes do nazifascismo (que tipo inventou o genocídio).

A noção de pluralidade é, a partir disso, circunscrita a um universo de ideias que salvaguardem o liberalismo e a democracia liberal.

Agora, assim: a Folha tinha até o fim do século passado nomes como Florestan Fernandes e Roberto Campos (pra falar de diversidade) como colunistas, e eles ensinavam mais que o público, mas também os próprios jornalistas que tratavam com eles na rotina do jornal.

Com a retirada de intelectuais do debate público, a coisa é um monte de jornalistas pontificando sobre coisas que não conhecem do jeito mais simples e equivocado possível. E sem qualquer pensador/a que de fato ofereça referência e crítica – e na boa palpiteiro de Internet alçado a intelectual de jornal porque tem público, mas sem qualquer produção formal de pesquisa ou acompanhamento do debate acadêmico como operador da academia, não é exatamente intelectual. Porque soa elitista e tal, mas é nesse universo de revisões, acompanhamento bibliográfico e debates sobre o conhecimento sendo produzido hoje que há o entendimento sobre o que anda exatamente sendo pensado e organizado como conhecimento. O que obviamente não quer dizer que não tenham muitas pessoas pensando a sociedade, mas é importante hoje, mais que nunca, entender a relação entre intelectualidade e academia, no sentido mesmo de divisão do trabalho e de um universo profissional dedicado a um negócio, o ofício intelectual intensivo/manutenção dos marcos científicos (tipo o pessoal que passa a vida estudando fascismo e extrema direita pra necessidade, se for o caso, de explicar se bolsonarismo é extrema direita/neofascismo).

No geral, a eleição do Bolsonaro tem bastante a ver com essa falha dos/as intelectuais e da imprensa. A Folha tem um horizonte de cobertura que se nega a ver o Bolsonaro como extrema direita porque um jornalista chucro decidiu desse jeito contra toda a literatura referente ao assunto.

E agora o Bolsonaro coloca a União em guerra aberta contra unidades federativas ideologicamente contrárias e seguem cobrindo isso tudo como se fosse uma variante normal do debate público, e não algo que inevitavelmente leva à guerra civil ou ao fechamento de regime.

Esse texto é um pedido de socorro do jornalista que sente que há algo errado mas não consegue organizar ainda o que há de problema.

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/fabiozanini/2019/07/pluralismo-radical.shtml

Normalizar absurdos é como as democracias morrem
https://www.blogdokennedy.com.br/normalizar-absurdos-e-como-as-democracias-morrem/